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Arquivos mensais: Março 2011

Citações e pensamentos na Biblioteca

…porque quem lê evolui!

Para ler – na Biblioteca.

 

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Quem LÊ evolui

 

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Leituras

 

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Dia Mundial do Teatro

No Dia Mundial do Teatro

recordemos as peças de  Gil Vicente

e  os dramas de Almeida Garrett

 

 

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Concurso Nacional de Leitura

 

 A Sá da Bandeira participou na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura

 

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Dia Mundial da Água

WORLD_WATER_DAY_2012

Declaração Universal dos Direitos da Água

 

A 22 de Março de 1992, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o “Dia Mundial da Água”, publicando um documento intitulado “Declaração Universal dos Direitos da Água”.

 

1. A água faz parte do património do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

 

2. A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou ser humano. Sem ela, não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura.

 

3. Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.

 

4. O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

 

5. A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. A sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

 

6. A água não é uma doação gratuita da natureza;  tem um valor económico: é preciso saber que é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

 

7. A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral,  a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento, para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas actualmente disponíveis.

 

8. A utilização da água implica o respeito da lei. A sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo Homem nem pelo Estado. 

9. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua proteção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.

 

10. O planeamento da gestão da água deve ter em conta a solidariedade e o consenso em função da sua distribuição desigual sobre a Terra.

 

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A Primavera trouxe POESIA à Biblioteca

A Primavera trouxe POESIA à Biblioteca

 

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Dia Mundial da Poesia

Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor.

In O Guardador de Rebanhos

 

 

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Dia Mundial da Árvore

 

Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta.
Mas o que é um renque de árvores? Há árvores apenas.
Renque e o plural árvores não são cousas, são nomes.


Tristes das almas humanas, que põem tudo em ordem,
Que traçam linhas de cousa a cousa,
Que põem letreiros com nomes nas árvores absolutamente reais,
E desenham paralelos de latitude e longitude
Sobre a própria terra inocente e mais verde e florida do que isso!

In O Guardador de Rebanhos

 
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Publicado por em Março 21, 2011 em Sem categoria

 

Primavera

 

Quando vier a primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.
A realidade não precisa de mim.


Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.


Se soubesse que amanhã morria
E a primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.


Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

In Poemas Inconjuntos

 

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