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Boas festas!

BoasFestas

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Há Natal na Biblioteca!

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Época festiva, tempo de (mais) fraternidade – que melhor presente que um livro?

O mundo, a vida, tudo vem nos livros! 

BOAS FESTAS!

Boas leituras!

 

 

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A Biblioteca tem…

A biografia de um ser humano completo – na Biblioteca da Sá da Bandeira.

 

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O caos e a Filosofia na Biblioteca

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No Dia Mundial da Filosofia, um resumo da exposição na Biblioteca :

No início era o caos…

Depois, nasceu a Filosofia.

Estar a caminho é questionar.

Ser ou objeto? Conhecido ou conhecedor? Bem ou Mal?

Protágoras entendeu o Homem como a medida de todas as coisas, porém Descartes duvidou metodicamente até concluir “Penso, logo, existo”.

Para Spinoza, a ética trouxe um modo feliz de pensar a vida: ajudar é “não rir, nem chorar, mas compreender”.

Locke acreditava que todos os homens têm direitos naturais, por isso Rousseau dizia que o homem nasce livre e é bom por natureza – a sociedade é que o corrompe.

 Com Kant, racionalizamos que “a crítica pode cortar pela raiz o materialismo, o fatalismo, o ateísmo, a incredulidade dos espíritos fortes, o fanatismo e a superstição, que se podem tornar nocivos a todos e, por último, também o idealismo e o cepticismo, que são sobretudo perigosos para as escolas.”

De Hegel, soubemos que “tudo é inteligível para o ser que, idêntico no seu fundo com o Espírito ou a Ideia infinita, se manifesta no universo concreto graças ao movimento dialéctico: tese, antítese, síntese.” Logo, “tudo o que é racional é real.”

Marx escreve que os “Filósofos se limitaram a interpretar o mundo de diversas maneiras; mas o que importa é transformá-lo”.

Nietzsche questionará “Será o Homem um erro de Deus, ou Deus um erro dos Homens?”, ao mesmo tempo que afirma “Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos.”

Bertrand Russel dirá que “ o intelecto livre é o motor do progresso humano”, advertindo que “o homem é parte da Natureza, não algo contrário à Natureza.”

Einstein acredita que “Deus não joga aos dados com o universo”, ao mesmo tempo que Wittgenstein estudava a linguagem dizendo que “As fronteiras da minha linguagem são as fronteiras do meu universo.”

O absurdo da existência preocupa Albert Camus e Sartre afirmará que “ o existencialismo é um humanismo”, porque todos somos um ‘eterno vir-a-ser”.

Kuhn mostrará que a ciência não é só um contraste entre teorias e realidade, mas que há diálogo, debate, tensões e até lutas entre os diferentes paradigmas da evolução científica.

Paul Ricoeur voltará à essência do ‘eu’ e questionará o decidir, o agir e o consentir, afirmando a fenomenologia.

Jacques Derrida preocupar-se-á com a linguagem, depois de Ferdinand de Saussure, com a experiência do indecidível, construindo a teoria da desconstrução.

Hoje, a prática existencial do hedonismo ocupa Michel Onfray; Peter Singer reflete sobre uma ética prática, argumentando contra o especismo e chama a atenção para a  injustiça de algumas pessoas viverem em abundância enquanto outras morrem de fome, o que é moralmente indefensável.

Mark Rowlands confronta o especismo com a sua própria perplexidade – a partir da sua relação com um ser não humano escreve: “a incapacidade elimina a culpa. E nós não somos, penso eu, tão facilmente ilibáveis. A omissão de cumprir o dever, quer moral, quer epistémico, uma omissão baseada na falta de vontade e não na incapacidade, subvenciona a maior parte da maldade que existe no mundo. Há, no entanto, um outro ingrediente na maldade, sem o qual nem mesmo a omissão tem qualquer importância: a impotência da vítima.”

Concluindo, o eterno retorno valida infinitamente Epicuro: “Só há um caminho para a felicidade – não nos preocuparmos com coisas que ultrapassam o poder da nossa vontade.”

Afinal, Hipócrates continua atual, porque o quadrado da hipotenusa ainda não deixou de ser igual à soma do quadrado dos catetos!

 

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S.Martinho de e-leituras na Biblioteca

Em dia de S. Martinho, a Biblioteca propõe e-leituras – ebooks gratuitos.

Uma biblioteca virtual para todos os gostos, sugerida pelo 

professor Carlos Pinheiro :

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“Padeira de Aljubarrota” na Biblioteca

Outubro, mês de leituras:

a Padeira de Aljubarrota vem apresentar-se à Biblioteca da Sá da Bandeira.

Maria João Lopo de Carvalho dará voz a Brites de Almeida.

30 de outubro, 17 horas, na Biblioteca-

uma apresentação e sessão de autógrafos, 

a propósito do romance que honra a mulher mais conhecida de Aljubarrota.

LopodeCarvalho

 

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Biblioteca escolar, uma porta para a vida

BEEEE

No Dia da Biblioteca Escolar, a Biblioteca da Essb evoca os 170 livros testemunhos de gerações que caminharam para a vida a partir da Sá da Bandeira. Na Biblioteca, livros de sempre, registados, carimbados, anotados nas margens, usados pelos muitos empréstimos – evidências do estudo, do trabalho, da preparação que uma Escola centenária proporcionou a tantos e tão plenos cidadãos!

A saudação da Biblioteca da Sá da Bandeira a todas as Bibliotecas escolares e a quantos usufruem delas!

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